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Encontrados 48 itens
» BACCI, Adolfo Di Giuseppe.
Diplomado pela Regia Universidade de Pisa. Revalidou diploma na Universidade de Porto Alegre, em 17-10-1913.
» BALDONI, Giuseppe.
Nascido a 30-11-1894, em Budrio – Bolonha. Filho de Luigi Baldoni. Diplomado em 04-04-1921 pela Real Universidade de Bolonha. Exerceu a profissão no município de Rio Grande/ RS. Reg. Na Diretoria de Higiene e Saúde em 06-10-1933.
» BAPTISTA, Amaro Augusto de Oliveira.
P. Alegre, RS, 4 jun. 1891 – Porto Alegre, 31 dez. 1946. Médico. Foi diretor regional dos Correios e Telégrafos.
Bibl.: “Organização do 18o Distrito Telegráfico Nacional – Esquema administrativo”, 1921, publ. número 2, Revista do I.H.G.R.G.S, Porto Alegre. “O Telégrafo Nacional – Dados históricos, 1935, publ. número 60, revista citada. Elementos de Higiene – Medicina, 1941, 174 p., ilust., Liv. do Globo, Porto Alegre, prefaciada pelo Dr. Bonifácio Costa.
» BAPTISTA, Diógenes.
P. Alegre, RS, 3 nov. 1891 – P. Alegre, 3 jun. 1962. Médico espiritualista. Poeta.
Bibl.: Aguapés, versos, P. Alegre, Selbach, 1932. Poemas Espiritualistas, versos, plaqueta comemorativa do 1o aniversário de fundação do Centro Espiritualista Redentor, P. Alegre, Tip. Cosmos, 1937.
» BARBIERI, Vicco.
Nascido em Modéna (Mo). Filho de Architte Barvieri. Diplomado em 08-07-1901 pela regia universidade de Módena. Visto consultar em Porto Alegre a 07-03-1916. Clinicou em Caxias, até 1925, transferindo-se para Bento Gonçalves. Exerceu atividades no Hospital "Bartholomeo Tachini", até 1932. era bom violonista. Não gostava de ver ninguém sem trabalhar. Reg. na D. H. S./RS a 10-03-1933.
» BARBOSA (Gonçalves), Carlos.
Pelotas, RS, 8 abr. 1849 – Jaguarão, jan. 1934. Médico. Político. Foi Governador do Rio Grande do Sul (1908-1912), Senador, Deputado e Secretário de Estado. Sabia de cor Os Sertões, de Euclides da Cunha. Durante seu governo, a Fac. de Medicina de Porto Alegre deixou de sofrer hostilidades e teve paz para progredir. Foi seu professor honorário. É nome de rua em cidades gaúchas e em Melo, no Uruguai, mas sobretudo leva seu nome um dos mais progressistas municípios gaúchos.
Bibl.: Tese Apresentada à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, 21.9.1875, 1875, 47p., tip. de A Reforma, Rio de Janeiro. Mensagem Presidencial à Assembléia Legislativa do RGS, 1908, 50p., Ofs. Gráf. Liv. do Globo, P. Alegre. Discursos e artigos esparsos.
» BARBOSA, Adamastor Santana.
P. Alegre, RS, 21 out. 1894 – Rio de Janeiro, 7 fev. 1964. F.: Rafael Pedro Barbosa e Ana Leopoldina Santana Barbosa. Est. no Instituto Ginasial Júlio de Castilhos, P. Alegre. Médico pela Fac. de Med. de P.Alegre em 1917. Médico assistente da Policlínica de Crianças, Rio de Janeiro, 1920-1926. Professor de Higiene Infantil do Instituto Nacional de Puericultura. Inspetor sanitário do Departamento Nacional de Saúde Pública, 1926. Médico puericultor do Departamento Nacional da Criança. Foi membro da Soc. Brasileira de Pediatria, que presidiu por várias vezes; da Soc. Brasileira de Med. e Cirurgia, desde 1916; da Soc. de Pediatria de Niterói, RJ. Cunhado de Clóvis Pestana e tio de Catulo Pestana de Magalhães.
Bibl.: Regimes e Doenças, Rio de Janeiro, Liv. Leite Ribeiro, 1923. Guia Popular de Alimentação à Criança, id., MEC, 1939; id., 2.ed. do Departamento Nacional da Criança, 1945. Muitos trabalhos de pediatria, puericultura e divulgação científica.
» BARBOSA, Renato (Rodrigues).
Jaguarão, RS, 1o mar. 1885 – P. Alegre, RS, 29 dez. 1965. F.: João Rodrigues Barbosa e Arminda Condessa Barbosa. Est. na Escola Brasileira, P. Alegre. Médico pela Fac. de Med. de P. Alegre em 1911. Trabalhou em Cruz Alta e P. Alegre, especializando-se em Tisiologia. Diretor da rev. Hygia, P. Alegre. Médico da Missão Médica Brasileira na Grande Guerra, 1914-1918. Deputado Constituinte em 1933. Dep. Federal pelo RS, 1934. Cônsul do Brasil no Chile e no Uruguai. Min. do Tribunal de Contas do RS. Conferencista e economista. Irmão do poeta Barbosa Neto.
Bibl.: Valorização da Terra e do Homem: Baixada Fluminense, conferência proferida na Universidade do Chile, P. Alegre, Globo, 1943. Ascensão Industrial, conferência, Rio de Janeiro, Tip. C. Mendes Júnior, 1950. A Terra e o Homem, Rio de Janeiro, gráf. do IBGE, 1951 (sep. da Revista Brasileira dos Municípios, v. 4, n. 16). Publicou artigos no jornal O Aliado, sob o pseudônimo Paranhos, P. Alegre, 1917.
» BARBOSA, Severo.
Bagé, RS, 11 jan. 1884 – Rio de Janeiro, RJ, 29 ago. 1973. Médico Militar. Também era Dentista. Poeta. Genitor de Yolanda da Costa e Silva.
Bibl.: Cascalho – Poesias parnasianas. 2.ed. 1967, 80 p. Gráfica Muniz, Rio de Janeiro. Nota: Consta que a primeira edição é de 1949.
» BARCELLOS, Ramiro Fortes de.
Nasceu Ramiro Fortes de Barcellos em Cachoeira, RS, no dia 23 de agosto de 1851. Estudou as primeiras letras em sua cidade natal e transferiu-se aos 14 anos de idade para Porto Alegre, onde cursou humanidades. Mas aos 17 anos já o vemos matriculando-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1868. Ao completar o curso, em 1873, defendeu a tese “Alianças Consangüíneas e sua Influência sobre o Físico, o Moral e o Intelectual do Homem”. Recebeu o diploma em 1874 e voltou à província natal para clinicar em Cachoeira.
A carreira política começou no Partido Liberal, do grande tribuno gaúcho Gaspar Silveira Martins, elegendo-se deputado. Mesmo tendo simpatia pela causa republicana, foi deputado provincial por várias legislaturas, vindo a divergir de seu líder somente em 1881. No ano seguinte o vemos ocupar as funções de provedor e, a seguir, a de chefe dos serviços de clínica cirúrgica da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Nesse mesmo ano publicou o estudo histórico A Revolução de 1835 no Rio Grande do Sul.
Segundo Augusto Meyer, foi Guilhermino Cesar quem descobriu na Biblioteca de Rio Grande o jornal O Novo Mundo, onde Ramiro Barcellos vem a usar pela primeira vez o pseudônimo de Amaro Juvenal, que a partir deste ano de 1883 o tornará um satirista dos mais notáveis de nossa literatura.
Sua carreira política prosseguiu, ao lado da geração republicana de Júlio de Castilhos, Borges de Medeiros, Demétrio Ribeiro, Venâncio Aires, Barros Cassal, Assis Brasil e outros, escrevendo no jornal A Federação. Ali publicou sua Carta a D. Isabel, em que ataca a política da Regente.
Tendo participado do primeiro congresso republicano de 1887, é deputado constituinte em 1889. Trabalhou no Uruguai como Ministro Plenipotenciário tratando da questão do contrabando. Em 1891, junto com Pinheiro Machado, foi eleito senador. Debate com Rui Barbosa e publica no ano seguinte seu discurso contrário ao Ministro da Fazenda.
Na Revolução de 93 lutou na tropa de Pinheiro Machado e vindo a receber de Floriano Peixoto a patente de Coronel do Exército. Em 1895 o Dr. Ramiro Barcellos investiu na indústria do charque, tendo estabelecimento com o nome de A Meridional à margem do rio Jacuí. De 1900 a 1906 exerceu mandato de senador. Depois trabalhou para o Plano Ferroviário do Estado e para a abertura da Barra de Rio Grande.
Nesses anos Ramiro Barcellos, que em seus estudos e viagens à Europa, assumira a postura de Pasteur em relação à causa microbiana das doenças, entrou em choque direto com a filosofia positivista. Lutou no Senado a favor da vacinação em 1904 – lembrem que sua aplicação levou à chamada Revolta da Vacina –, e, dois anos antes, escreve vários artigos no Correio do Povo sobre a peste bubônica, que estava acometendo Porto Alegre, com a mesma posição científica, assinando com o pseudônimo de Dr. Raphael de Mattos.
As desavenças com Pinheiro Machado, líder republicano no congresso, e com Borges de Medeiros, todo-poderoso Presidente da Província, começaram na campanha de 1915, em que o Partido Republicano apóia a candidatura do General Hermes da Fonseca. A partir desse momento, Ramiro Barcellos vai sair da cena política, sendo derrotado na eleição ao Senado contra a candidatura oficial, mas vai bandear-se para a literatura com o delicioso e mordaz poema Antônio Chimango, sátira contra Borges de Medeiros, publicado nesse mesmo ano.
A morte de Ramiro Barcellos ocorreu no dia 29 de janeiro de 1916, em Porto Alegre. No livro anteriormente citado, de onde foram tirados os dados biográficos, diz-se que tendo atendido a um paciente com infecção grave, perto de Cachoeira, teria se infectado através de um corte no dedo. Sabendo da gravidade do seu caso, aceitou de maneira estóica o desenlace. Terminou sua vida como médico, numa situação que o enobrece.
ANTÔNIO CHIMANGO, UM POEMETO CAMPESTRE
Tendo tido uma vida repleta de atividades, tanto na política quanto na medicina, pouco tempo teve Ramiro Barcellos para a literatura. Fora seu trabalho sobre e Revolução Farroupilha e alguns discursos políticos, pouco publicou antes do poema Antônio Chimango. Pedro Villas-Bôas propõe-se a buscar nos jornais Correio do Povo e outros os artigos para possível publicação, mas, segundo consta, os triolés, os sonetos, os artigos e as crônicas só vieram a lume, de forma mais completa, na edição de Luis Augusto Fischer.
Jorge Luis Borges, no seu livro sobre o Martín Fierro, diz que a fama do livro obscureceu de certa forma a vida de José Hernández, que também pouco mais fez na literatura. Borges, porém, não aceita a fato de menosprezarem o autor de uma das mais importantes obras do gauchismo platino. Teve também Hernández vida agitada, tendo escrito o seu poema, segundo acreditam alguns, quando no exílio em Santana do Livramento. Os paralelos entre os dois autores são muitos, o que, no entanto, não leva a que se entenda que o gaúcho rio-grandense é devedor do argentino. Diz Augusto Meyer, na introdução ao poema Antônio Chimango, já citada acima, que a vida campestre, a geografia e os costumes se parecem, mas os poemas devem ser entendidos como autônomos.
No Martín Fierro o autor canta um mundo que luta para não acabar, de uma maneira melancólica e sentenciosa. A conquista ainda não havia terminado, como bem dizia Borges no livro citado, e a luta de extermínio contra os índios e os gaúchos foi sem quartel na Argentina do século XIX. Em Amaro Juvenal é outro o motivo e o tema, duas histórias são contadas, uma a cena da vida gaúcha, os costumes dos peões levando pelos campos a tropa, e na outra a sátira contra Borges de Medeiros, personificado no Antônio, Chimango por sobrenome. A primeira história é narrada pelo próprio Autor e na segunda, esse deixa ao encargo do Tio Lautério, um payador pampeano, contar a triste história do personagem principal, ao som de sua gaita. Não se pode esquecer o outro narrador, que ensina ao Chimango as artes de mandar na estância, o Aureliano, personificação do Secretário de Governo Aureliano Veríssimo de Bittencourt. O dono da estância, que depois passará para o Chimango, o Coronel Prates, é nem mais nem menos do que Júlio Prates de Castilhos. É bom lembrar que Pinheiro Machado está no livro como o personagem Turuna. Diz Donaldo Schüler, com muita propriedade, que “A narração do Juvenal provoca um deslocamento no espaço; a de Lautério, no tempo, e as duas narrativas se enleiam numa só unidade, no mesmo nível de linguagem, o que evita o olhar de cima, a delícia do pitoresco”.
As duas partes do poema estão de tal forma encadeadas, que a narrativa flui com naturalidade e leveza, e os versos de temática e linguagem gauchescas soam aos nossos ouvidos como algo muito próximo. Pois se o poema é lingüística e tematicamente um poema regional, gauchesco, ele não é um poema feito por homens do campo. Borges, no livro já citado, falando sobre os criadores da poesia gauchesca, Hidalgo, Ascasubi, Lussich, Estanislao del Campo, diz que criaram sua retórica e convenção sendo citadinos. Homens da cidade com experiência campeira criaram a poesia gauchesca. E diz também Borges que, paradoxalmente, tornaram-se populares por sua espontaneidade.
ESTRUTURA DO POEMA
O Poemeto Campestre escrito por Amaro Juvenal foi dividido pelo Autor em cinco Rondas ou Cantos. É um longo poema narrativo, com 1.278 versos. Dentro da tradição gauchesca, é composto por 213 sextilhas em heptassílabos, que foi a usada por José Hernández, fugindo do verso de oito sílabas e da décima com sete sílabas, mais ao gosto popular, dos payadores, como ainda usava o excelente poeta Jayme Caetano Braun. A rima é feita na composição abbccb. No entanto, a rima usada na poesia gauchesca é mais complexa do que, por exemplo, as sextilhas de rimas simples, que rimam só nos versos pares, como nas Sextilhas de Frei Antão, de Gonçalves Dias, que está escrita no esquema abcbdb.
O POEMA
Para mostrar a obra de Ramiro Barcellos para o leitor que não a conhece, ou para o que já a leu ou já ouviu e gostaria de relembrá-la, vamos ler a Primeira Ronda, onde nas primeiras sextilhas de número 1 a 9 se mostra o ambiente e os hábitos da gauchada, o cenário do poema, e Tio Lautério faz sua apresentação. Da 10a sextilha à 32a Tio Lautério conta ou canta a história do Chimango. O texto é o da edição de 1961, comentada por Augusto Meyer, cotejado com a edição de Luis Augusto Fischer, de 2000. Não será acompanhado por glossário; para quem estiver interessado, remeto às citadas edições e mais à de Marcelo Backes, de 1999.
(José Eduardo Degrazia)
» BARCELLOS, Ramiro Frota.
Santiago, RS, 20 abr. 1905 – P. Alegre, 22.09.83. F.: Ramiro de Barcellos e Margarida Frota Barcellos. Est. no Colégio Militar de P. Alegre. Médico pela Fac. de Med. de P. Alegre em 1932. Médico em Montenegro e São Leopoldo. Chefe do Posto de Higiene do DES em S. Leopoldo, 1964-1967. Diretor da 2a Delegacia Regional Sanitária, com sede em Canoas, a partir de 1967. Membro da Acad. Sul-Rio-Grandense de Letras e da Estância da Poesia Crioula, P. Alegre. Romancista e conferencista. Sócio do Rotary Clube de S. Leopoldo.
Bibl.: Estância Assombrada, novela, P. Alegre, Tip. Thurmann, 1947; id, 2.ed.; id; Liv. P. Alegre, 1948. Flauta de Pan – Tradicionalismo, conferência, P. Alegre, Rotermund, 1955. Romanceira Gauchesca, roteiro poético, ibid; 1966. “60 Anos de Academia”, Revista da Academia Sul-Rio-Grandense de Letras, P. Alegre, dez. 1963. “Botas de Sete Léguas” – Três crônicas de viagem, Correio do Povo, P. Alegre, ago. 1967. “Alcides Maya Tradicionalista”, crônica, ibid; 15 dez. 1967. “Aculturação Continentina”, artigo histórico, ibid, 8 ago. 1968. “Academia Rio-Grandense de Letras”, artigo, ibid; 29 nov. 1968. “A Comunicação na Sociedade Moderna”, ibid; 17 dez. 1968. “Indumentária Gauchesca”, ibid; 16 nov. 1969. “Campos Neutrais”, ibid; 16 set. 1970. Tornemos o Rotary mais Atuante – Parecer sobre tese rotária, 1.ed. 1963, 7 p., Ofs. Gráfs. Rottermund, São Leopoldo. O Tradicionalismo e sua Carta de Princípios – Palestra, 1.ed. 1969, São Leopoldo. Rio Grande – Tradição e Cultura – Artigos e ensaios, 1.ed. 1970, 339 p., Edições Flama, Porto Alegre. Presenças Literárias – Discursos e conferências, 1.ed., 1972, 186 p., Editora Bells, P. Alegre. Vida na Morte (Antropofagia nos Andes) – Ensaios em parceria com Guy Paulo Bisi, Mozart P. Soares e Maria Dinorah Luz do Prado, 1.ed. 1973 (maio), 187 p., Editora Bels, P. Alegre. Santos Dumont – Plácido de Castro – Ensaios biográficos de Sérgio D.T. Macedo e do Autor, 1.ed. 1973 (jun.), 183 p., Editora Bels – Distr. Record, Rio de Janeiro. Visão do Ópio – Conferência no lançamento do livro de mesmo título, de Zeferino Brasil no Paço Municipal, 1.ed. 1976, 10 p., ilustr. Fundação Cultural do S.C. Internacional (Gráfica Mascote), Porto Alegre. José Feliciano Fernandes Pinheiro – Visconde de São Leopoldo – Elogio patronímico, 1.ed. 1976, 22 p., Skol Editora Ltda., São Leopoldo. Castro Alves, Poeta de Todos os Tempos – Conferência de 6.7.1971, 1.ed. 1978, 15 p., co-edição Flama-Giss-Ca, P. Alegre, RS. Divulgou através da tribuna: “Carlos Ferreira – João Henrique”, elogios acadêmicos, proferidos na Acad. Sul-Rio-Grandense de Letras, P. Alegre, 29 abr. 1954; “Elogio Fúnebre de Olinto de Oliveira”, id, id, 16 ago. 1956; “A Evolução Econômica do Rio Grande do Sul”, id, id, 23 ago. 1962; “A Mulher Gaúcha na História, na Medicina e nas artes,” conferência proferida na Acad. Literária Feminina do RS, P. Alegre, 7 out. 1967.
» BARROS, (Braz de) Revoredo.
Cruz Alta, RS, 5 jun. 1887. F.: José Carrilho de Revoredo Barros e Rita de Cássia Prates de Castilhos de Revoredo. Est. no Colégio Acadêmico, Lisboa; Escola Militar, Rio Pardo; médico pela Fac. de Med. da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro; cursos de especialização em Paris e Berlim. Médico em S. Paulo. Proprietário rural. Jornalista, fundou em P. Alegre, em 19 nov. 1907, com Alcides Maia, o Jornal da Manhã. Cunhado de Annes Dias e sobrinho de Júlio de Castilhos.
» BARROS, Fábio (Nascimento) de.
Uruguaiana, RS, 28 ago. 1881 – P. Alegre, RS, 5 mar. 1952. F.: João Rodrigues de Barros e Corina Nascimento de Barros. Est. prim. na cidade natal e no Colégio Corseuil, P. Alegre; secundário no Ginásio São Pedro, id; Escola Militar, id; curso iniciado na Fac. de Med. de P. Alegre e terminado no Rio de Janeiro em 1906. Funcionário público estadual em P. Alegre, onde foi diretor da Higiene. Médico neurologista; catedrático de Fisiologia e depois de Clínica Neurológica da Fac. de Med. de P. Alegre a partir de 1908. Médico da 19a Secção da Santa Casa de Misericórdia, P. Alegre. Jornalista, fundou e dirigiu a rev. Máscara, 1918. Dirigiu A Manhã, 1920-1921, e o Correio do Povo, 1929-1930; redator deste, de O Diário e de A Federação. Foi membro do Conselho Penitenciário do Estado, da Soc de Neuro-Psiquiatria do RS e da Acad. de Letras do RS – 2a fase. Cronista e crítico de arte. Usou os pseudônimos de J. da Ega, Victor Marçal e Victoriano Serra. Pai de João Júlio de Barros e genro de José da Costa Gama.
Bibl.: Esmeralda – Ópera, 1898 (fev.), cantada por Stela Teixeira no Teatro São Pedro, P. Alegre. Nota: Música de Fábio de Barros e João C. Fontoura. Libreto: de V. Oliveira, Arnaldo Damasceno Vieira e Velasco Vereza. A Dor, tese de doutoramento, Rio de Janeiro, 1906. O Ritmo na Arte, conferência, P. Alegre, Globo. 1908. A Liberdade Profissional no Rio Grande do Sul: A Medicina e o Positivismo, ibid, 1916. Saudação ao Prof. Georges Dumas, discurso na Fac. de Med. P. Alegre, Globo, 1917. Palavras Ocas, crônicas e comentários, ibid, 1923. Abertura Oficial dos Cursos, discurso, ibid; 1923. Colheita, 1a série, crônicas e contos, P. Alegre, Globo, 1944. “Palestras Médicas”, série de artigos, Correio do Povo, P. Alegre, a partir de 1911. “Crônica dos Sete Dias”, comentários semanais, sob o pseudônimo de Victoriano Serra, ibid, de 1938-1952. “Eduardo Guimaraens”, rev. Lanterna Verde, Rio de Janeiro, n. 8, jul. 1944.
» BARUFFA, Giovanni.
Nascido a 24-03-1927 em Vicenza (VI). Filho de Septimo Baruffa e Maria Marconi Baruffa. Diplomado em medicina a 03-11-1952 pela real Universidade de Pádua. A convite do Bispo Diocesano D. Antonio Zattera chegou a pelotas em 1965 para lecionar na Universidade CATÓLICA de Pelotas e na Fundação Universidade de Rio Grande. Antes de chegar ao Brasil, trabalhou na África em doenças tropicais.
» BELTRÃO, Romeu.
S. Maria, RS, 26 jun. 1913 – S. Maria, 16 nov. 1977. F.: Pedro da Silva Beltrão e Henriqueta Calderan Beltrão. Est. no Ginásio Santa Maria, S. Maria, 1920-1928. Médico pela Fac. Med. de P. Alegre em 1934. Prof. do Ginásio Estadual Santa Maria, 1931-1937. Capitão-médico do 4o Corpo Auxiliar da Brigada Militar, 1932. Médico interno da Enfermaria Santa Luzia, P. Alegre, 1934. Clínico e cirurgião em S. Pedro do Sul, RS, 1935-1937. Médico da Caixa de Aposentadoria e Pensões dos Empregados da VFRGS, S. Maria, 1935-1945. Oculista e otorrinolaringologista, id, desde 1937. Catedrático de Botânica Aplicada à Farmácia da Fac. de Farmácia, id, 1938-1961. Chefe e prof. do Departamento de Oftalmologia da Fac. de Med., id, 1957-1965. Diretor do Instituto de Ciências Naturais da UFSM, desde 1962. Prof. de Botânica Agrícola e Botânica Sistemática da Fac. de Agronomia da UFSM, 1962-1963. Catedrático de Botânica da Fac. de Farmácia e Bioquímica da UFSM desde 1966. Historiador, cronista, comentarista, botânico e paleontologista. Membro da Soc. de Med. de S. Maria desde 1937; e do Ateneu Graça Aranha, 1940. Fundador da Soc. Filatélica, id, 1941. Membro da Soc. de Botânica do Brasil, Rio de Janeiro, desde 1954. Sócio fundador do IHGSM, 1960. Irmão de Pedro Calderan Beltrão e Odacir Beltrão.
Bibl.: Estudioso da doença de Chagas no Rio Grande do Sul, publicou vários trabalhos sobre o assunto. “Discurso de Inauguração da Placa Nominativa da Rua Roque Callage”, in: Um Momento da Vida do Município de S. Maria, P. Alegre. Globo, 1941. A Evolução do Cinema em Santa Maria, folheto, S. Maria, 1956; id, 2.ed. Folheto sob o título Um Pouco da História do Cinema em Santa Maria, id, 1959. Cronologia Histórica da Santa Maria e do Extinto Município de São Martinho, S. Maria, Palotti, 1958. Posse de Zózimo Lopes dos Santos no Instituto Histórico e Geográfico de Santa Maria, opúsculo com os discursos do empossado e do seu recebedor, Romeu Beltrão, S. Maria, 1961. “A Guerra dos Farrapos e suas causas”, artigo histórico, Diário do Interior, S. Maria, set. 1935. “Animais venenosos”, artigos do Diário do Interior, S. Maria, 9 a 15 maio 1937, “Venenos animais”, artigos, ibid, jul. 1937. “Notas de Arte”, coluna sobre acontecimentos artísticos de S. Maria, a princípio sob o pseudônimo de Lilian, A Razão, S. Maria, a partir de 1 jul. 1944; “Bom dia!”, 14 artigos sob o pseudônimo de PV, ibid; a partir de 14 nov. 1944. “Do meu tonel”, crônicas, ibid, 1 maio 1947 – ago. 1961. “O Monge João Maria”, artigos, ibid, jan. 1949. “Pelas ruas e praças da cidade”, ibid, jul./ago. 1949. “A Fundação de Santa Maria”, crônica histórica, ibid, out. 1949. “O Carnaval de 1914 em Santa Maria”, ibid, 1 fev. 1950. “A Peste de 1912 em Santa Maria”, artigos de história, ibid, mar./abr. 1950. “O monge do campestre”, artigos, ibid, S. Maria, jun./jul. 1950. “O engenheiro e astrônomo José de Saldanha”, artigos, ibid; out./nov. 1950. “A primeira Biblioteca Pública de Santa Maria”, crônica histórica, ibid, 3 jan. 1951. “A Imprensa Santa-Mariense”, artigos de história, ibid, abr. 1951. “Cronologia Histórica de Santa Maria”, 80 publicações, ibid, 6 jun. 1951 a 10 maio 1952. “Santa-Marienses na Guerra do Paraguai”, artigo de história, ibid, 17 jan. 1952. “A primeira igreja de Santa Maria e a Paleontologia”, artigos, ibid, out. 1952. “Dicionário geográfico do Município de Santa Maria”, ibid, 29 abr. 1953 a 27 mar. 1954. Sinopse Histórica de Santa Maria: Guia Geral do Município de S. Maria, S. Maria, maio 1953. “O primeiro centenário da instalação do Município de Santa Maria”, artigo de história. “Origem do nome de Santa Maria”, Jornal do Dia, P. Alegre, 16 fev. 1958. “Pré-história santa-mariense”, A Razão, S. Maria, 17 maio 1958. “O centenário de João Daudt Filho”, ibid, 20 jun. 1958. “Santa Maria em 1910”, crônica, ibid, 27 mar. 1960. “Santa Maria na Enciclopédia dos Municípios”, crônica em três artigos, ibid, 29 mar., 1 abr. e 6 abr. 1960. “A criação da Comarca de Santa Maria”, crônica, ibid, 1960. “A criação da Freguesia de Santa Maria da Boca do Monte”, id, ibid, 19 out. 1960. “A vila e cidade de Santa Maria da Boca do Monte”, id, ibid, 28 out. 1960. “Apontamentos para a história da Faculdade de Farmácia de Santa Maria”, 16 artigos, ibid, 20 maio a 12 out. 1961. “História de Santa Maria”, seção permanente, Revista Rainha, S. Maria, a partir de 1967. “O vanguardeiro de Itororó (biografia do Coronel João Niederauer Sobrinho, herói da Guerra do Paraguai), 52 artigos, A Razão, S. Maria, 21 jun. 1968 a 13 maio 1969. “A música como remédio”, id, Colégio Centenário, id, 14 set. 1943. “Os eclipses e a história”, id, “Grêmio Castro Alves”, id, 15 maio 1947. “A música folclórica gaúcha”, id, Conservatório Santa Cecília, maio 1949. “A evolução do teatro”, id, Escola de Teatro Leopoldo Fróis. “Grêmio Castro Alves”, id, 22 set. 1949. “Influências indo-africanas na música brasileira”, ibid, set. 1950. “Aspectos civis da vida de Caxias”, conferência, Escola Normal Olavo Bilac, S. Maria, 25 ago. 1953. “As Nações Unidas”, id. “Rotary Clube de Santa Maria”, id, 24 out. 1956. “Os Estados Unidos e as lutas pela liberdade das Américas”, ibid, 4 jul. 1957. “Alguns aspectos da arte de ensinar”, conferência na Associação dos Professores Secundários do RS, Santa Maria, 1 jul. 1958. “Sobre a História de S. Maria”, id, Colégio Centenário, abr. 1958. “A erva-mate na história e no folclore gaúchos”, id, Fac. de Farmácia da Universidade do Pará, Belém, 7 ago. 1958. “Os militares e a fundação de S. Maria”, id, Centro Cultural de S. Maria, 20 nov. 1958. “O espírito republicano através dos tempos”, id, Rotary Clube de S. Maria, 15 nov. 1961. “O separatismo na Revolução Farroupilha”, id,19 set. 1962. “Shakespeare redivivo”, ibid, 3 jun. 1964. “Reflexões sobre a Guerra do Paraguai”, conferência, Fac. de Filosofia de S. Maria, S. Maria, 20 nov. 1964. “A metodologia geral da pesquisa histórica”, ibid, ago. 1965. “Mosaico da história santa-mariense”, conferência, Patrono: Antônio Alves Ramos, S. Maria, 1965. “Plantas melíferas”, Universidade Federal de S. Maria, id, 6 out. 1965. “Paleontologia e evolução”, id, Caçapava do Sul. 8 jul. 1968. “Alguns aspectos do triássico sul-rio-grandense em S. Maria”, id, Fac. de Filosofia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, S. Leopoldo, 2 set. 1968: “A Revolução de 93”, id, UFSM, S. Maria, 23 set. 1968. “Manuel Ribas e sua obra”, id. Colégio Manuel Ribas, id, 25 set. 1968. “Sinopse da Guerra do Paraguai”, ibid, 5 nov. 1968 “As Missões e seu significado na história do Rio Grande”, conferência, Caçapava do Sul, 14 jul. 1969. “Principais artigos históricos – Imprensa: a Guerra dos Farrapos e suas causas”, 1935, publ. set. no Diário do Interior, Santa Maria, RS. “A eleição do Papa”, 1939, publ. edição 12.02 do Diário do Interior, Santa Maria. “Gibraltar”, 1939, publ. edição 30.7 do Diário do Interior, Santa Maria. “Dantzige” 1939, edição 19.7 do Diário do Interior. “O Monje João Maria”, série de 3 artigos, 1949, publ. edições 10, 11 e 15.01 de A Razão, Santa Maria. “Ruas e praças de Santa Maria”, 1949, publ. edição 2.8 de A Razão, Santa Maria. “A conquista das Missões Orientais”, 1949, publ. edição de 9.8 de A Razão, Santa Maria. “Carnaval de outrora”, 1950, edição de 1.2 de A Razão, Santa Maria. “Carlos Polaco”, 1950, publ. edição de 18.1 de A Razão. Nota: Este item foi publicado também no jornal da Soc. União Caixeiros Viajantes, edição com. do centenário do município. “Falso centenário”, 1950, publ. edição 12.2 de A Razão, Porto Alegre. “A peste de 1912”, 1950, publ. edições de 30.3 e 12.4 de A Razão. “Dr. Frederico Vitor Teltz”, 1950, publ. edição de 14.4 de A Razão, publ. edição 17.3 de A Razão, Santa Maria. “A travessa do Maximiano”, 1950, publ. edição 4.6 de A Razão, Santa Maria. “A Picada do Canabarro”, 1951, publ. edição 30.3 de A Razão, Santa Maria. “O Cônego Marcelino”, 1951, publ. edição 12.4 de A Razão, Santa Maria. “A imprensa santa-mariense”, série de 3 artigos, 1951, publ. edições 15, 19 e 23/4 de A Razão. “O berço natal do Cel. Niederauer”, 1951, publ. edição 6.6 de A Razão, Santa Maria. “Uma viagem a Porto Alegre”, 1951, publ. edição 6.6 de A Razão, Santa Maria. “O velho Colégio Distrital”, 1951, publ. edição 26.8 de A Razão, Santa Maria. “O visitante de 1907”, 1951, publ. edição 2.9 de A Razão, Santa Maria. “A evolução social de Santa Maria”, 1951, publ. edição 11.10 de A Razão, Santa Maria. “O lançamento da pedra fundamental do Império do Divino”, 1951, publ. edição 28.12. de A Razão, Santa Maria. “O atentado ao Cônego Marcelino”, 1952, publ. edição de 2.1 de A Razão, Santa Maria. “Santa-marienses na Guerra do Paraguai”, 1952, publ. edição 17.1 de A Razão, Santa Maria. “Passado em Pílulas”, 1952, publ. edição 20.1 de A Razão, Santa Maria. “O primeiro centenário de Caceros (Batalha)”, 1952, publ. edição 27.2 de A Razão, Santa Maria. “Delenda Caceros”, 1952, publ. edição 3.2 de A Razão, Santa Maria. “Futebol do passado”, 1952, publ. edição 23.5 de A Razão, Santa Maria. “A velha Matriz”, 1952, publ. edição 25.5 de A Razão, Santa Maria. “Um pouco dos Vacarias (rios)”, 1952, publ. edição 28.9 de A Razão, Santa Maria. “Padre Mestre Santa Bárbara”, 1952, publ. edições 5 e 19/10 de A Razão, Santa Maria. “Santa Maria e a paleontologia”, 1952, publ. edição 19/10 e 23/10 de A Razão, Santa Maria. “Sinopse histórica de Santa Maria – Guia geral do Município e álbum do centenário de... Cezimbra Jacques”,. 1953, publ. no 1 da revista Sinuelo, Santa Maria. “Aquela Placa”, artigo, 1953, publ. edição 22.9 de A Razão, Santa Maria. “Fundada a Federação das Associações Rurais em Bagé ou Santa Maria?”, 1953, publ. edição 1.10 de A Razão, Santa Maria. 1953; publ. edição de 8.11 do Diário de Notícias, Porto Alegre. “O cinqüentenário do Colégio São Luís”, 1954, publ. edição 3.2 de A Razão, Santa Maria. “Regionalismo em José de Saldanha”, 1954, publ. n. 2 da revista Sinuelo, Santa Maria. “A lenda de Imenbuí”, 1954, publ. edição de 29.10 de A Razão, Santa Maria. “Um gaúcho de bom termo: Brigadeiro Portinho”, 1955, publ. edição 17.7 de A Razão, Santa Maria. “Sesquicentenário de nascimento de José Garibaldi”, 1957, publ. edição 4.7 de A Razão, Santa Maria. “Padre Caetano Pagliuca”, 1957, publ. edição 11.7 de A Razão, Santa Maria. Nota: o artigo acima foi também inserido nos Anais da Assembléia Legislativa do Estado. “Os Alves Valença”, 1958, publ. edição 19.5 de A Razão, Santa Maria. “O Padre Caetano”, 1958, publ. n. 8, de maio, da revista Rainha dos Apóstolos, Santa Maria. “A morte de Maneco Pedroso”, 1959, publ. edição 24.2 de A Razão, Santa Maria. “Sobre o Combate do Passo da Cruz (1924)”, 1959, publ. edições de 22 e 24.3 de A Razão, Santa Maria. “O primeiro vôo comercial”, 1959, publ. edição 1.8 de A Razão, Santa Maria. “Novos dados sobre a fundação de Santa Maria”, 1959, publ. edição de 18.8 de A Razão, Santa Maria. “Instituto Histórico e Genealógico de Santa Maria”, 1959, publ. edição 5.12 de A Razão, Santa Maria. “Santa Maria da Boca do Monte”, 1959, publ. edição de 12.12 de A Razão, Santa Maria. “O Anjo Gabriel da Universidade (de Santa Maria)”, 1960, publ. edição de 15.3 de A Razão, Santa Maria. “Uma promessa a Santo Antão”, 1960, publ. edição de 26.5 de A Razão, Santa Maria. “A criação da Comarca de Santa Maria”, 1960, publ. edição de A Razão, Santa Maria. “Polícia de outros tempos”, 1960, publ. edição de 7.6 de A Razão, Santa Maria. “José Alves Valença na Revolução Farroupilha”, 1960, publ. edições de 16 de 29.9 de A Razão, Santa Maria. “A criação do Curato de São Martinho”, 1960, publ. edição 6.10 de A Razão, Santa Maria. “Assuntos diversos: a Amazônia – Impressões de viagem”, 1936, publ. edições de 26/7 e 2/8 do jornal O Comércio, São Pedro do Sul. “Crematórios ou cemitérios?”, artigos polêmicos, 1937, publ. edições diversas do Diário do Interior, Santa Maria. “Ensino decadente”, comentário, 1939, publ. edição 18.3 de Diário do Interior, Santa Maria. “Um pouco da história dos selos”, 1947, publ. edição 11.11 de A Razão, Santa Maria. “A ortografia da língua”, 1947, publ. edições de 9 e 14.9 de A Razão, Santa Maria. “A filosofia existencial”, 1948, publ. edição 13.6 do Diário do Estado, Santa Maria. “Emílio de Menezes”, 1948, publ. edição 10.7 do Diário do Estado. “O outro Pitigrilli”, 1948, publ. edição 27.6 do Diário do Estado, Santa Maria. “Franz Lehar”, crônica de música, 1948, publ. edição 27.10 de A Razão, Santa Maria. “A profissão farmacêutica”, 1949, publ. edição 16.2 de A Razão, Santa Maria. “Rui e a religião”, 1949, publ. edição de 31.3 do Diário do Estado, Santa Maria. “Rui e língua”, 1949, publ. edição 1.3 do Diário do Estado, Santa Maria. “Rui e o jornalismo”, 1949, publ. edição 15.5 do Diário do Estado, Santa Maria. “Rui e liberdade”,1949, publ. edição de 6.10 de A Razão, Santa Maria. “Rui, exemplo de trabalho”, 1949, publ. edição 5.11 de A Razão, Santa Maria. “Richard Strauss”, crônica sobre música, 1949, publ. edição 23.8 de A Razão, Santa Maria. “Um pouco da evolução do teatro”, 1950, publ. edição de 23.3 de A Razão, Santa Maria. “A localização da Universidade de Santa Maria”, 1951, publ. edição 18.3 de A Razão, Santa Maria. “O poder da imprensa”, 1950, publ. edição de 10.6 de Informação Ferroviária, Santa Maria. “George Bernard Shaw”, 1950, publ. edição de 4.11 de A Razão, Santa Maria. “Infortúnios de um Colombo”, crônica, 1952, publ. edição de 5.12 de A Razão, Santa Maria. “Bilhete de saudade a Mário Tota”, 1952, publ. edição de 5.12 de A Razão, Santa Maria. “A boa e a má imprensa”, comentários, 1953, publ. edição de 24.11 de A Razão, Santa Maria. “Um marco e duas eras”, 1954, publ. edição de 31.10 de A Razão, Santa Maria. “Cai mais uma Bastilha”, 1957, publ. núm. de O Estetoscópio, Santa Maria
» BENONI, Francesco.
Diplomado em medicina a 30-11-1906 pela real Universidade de Bolonha. Desde 1928 clinicou em Passo Fundo. Mais Tarde em Caxias do Sul. Em 1938-40, transferiu-se para Porto Alegre com consultório em frente à estação de hidroaviões da "Condor Sindikat".
» BERETA, Enrico.
Diplomado em medicina pela Real Universidade de Milão. Revalidou diploma em 22-12-1934 na Faculdade de Medicina de Porto Alegre/RS.
» BERLIM, Flávio (José).
Porto Alegre, 19 fev. 1948 – Porto Alegre, 27 dez. 1996. F.: Israel Maurício Berlim e Betty Buchaim. Cursou a então Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre (FFFCMPA), em que se formou no ano de 1972. Foi pediatra e sanitarista.
Bibl.: A Revolta do Anjo (1992); O Vento das Areias Vivas (1993); Histórias de Médicos e seus Pacientes (1993); O Grito (1994) e Agonia Cósmica (1996). Participou postumamente do terceiro Médicos (Pr)escrevem, com “A formatura”.
» BERNARDI, Oreste.
Nascido a 13-08-1906. filho de Fortunato Bernardi e Giordana M. Cannela. Diplomado em medicina a 19-11-1931 pela Real Universidade de Nápoles. Revalidou diploma em 12-08-1934 na faculdade de Medicina de Porto Alegre. Reg. na D. H. S./RS a 05-12-1933.
» BERND, Mário (Piagetti).
Itaqui, RS, 15 ago. 1899 – P. Alegre, 16 maio 1956. F.: Adolfo Bernd e Hermelinda Piagetti Bernd. Est. Seminário Provincial de São Leopoldo, 1913-1916. Ginásio Anchieta, P. Alegre, 1917-1919. Médico pela Fac. de Med. de P. Alegre, em 1926. Médico da Diretoria de Higiene do RS. Assistente do Laboratório Central das Clínicas da Fac. de Med. de P. Alegre; do Laboratório Bacteriológico do Estado do RS. Redator dos Arquivos Rio-Grandenses de Medicina. Diretor do Laboratório de Análises Clínicas Dr. Mário Bernd. Livre-Docente da Fac. de Med. desde 1929. Cientista, filólogo e conferencista. Foi membro da Acad. Rio-Grandense de Letras, 1936-1944, e da Acad. Sul-Rio-Grandense de Letras, 1944-1956, delas tendo sido presidente; e da Soc. de Med. de P. Alegre.
Bibl.: A Origem Simiesca do Homem, Petrópolis, RJ, 1929. Química Geológica do Cálcio Sul-Rio-Grandense, Rio de Janeiro, 1932; id. 2.ed., P. Alegre, 1940. Extrato Histórico da Vida de Santa Teresinha, P. Alegre, 1932. A Casa do Médico, id, 1933. Higiene Moderna de Matadouros e Charqueadas, Cruz Alta, 1933. Centenário de Finlay, P. Alegre, 1934. Estudo Biológico da Família, id, 1934. Variações sobre a Infância, id, 1935. Educação Física como Promotora da Saúde, id, 1935. Porto Alegre de Ontem e de Hoje, Congresso Sul-Rio-Grandense de Geografia e História, Anais, P. Alegre, Globo, v. 3, 1940. A Questão Homérica, P. Alegre, Tip. do Centro, 1943. As Necessidades do Brasil, conferência, P. Alegre, 1916. O Valor do Sobrenatural na Modificação da Conduta Humana, ibid, 1916. Relações da Ciência com a Revelação, ibid, 1917. História das Congregações Marianas, ibid, 1921. Memórias de um Retiro, ibid, 1925. Elogio da Medicina, ibid, 1925. A Evolução da Moda Feminina em Paralelo com as idéias de Descendência Simiesca do Homem, ibid, 1926. Elogio da Fraternidade, ibid, 1934. Elogio de Apolinário Porto Alegre, palestra proferida na Acad. Rio-Grandense de Letras, P. Alegre, 8 set. 1936. O Dever das Mães Modernas, conferência pelo rádio, id, 1936. A Geração Equívoca, conferência, id, 1937. O Partenon Literário e seu Tempo, conferência no Curso de História Literária Caúcha, id, jul. 1937. O Princípio Vital, id, 1937. Crítica do Energetismo, id, 1937. Células Artificiais, id, 1937. A Moralidade na Literatura Contemporânea, id, 1938. A Filantropia na Antiguidade, conferência na Acad. Sul-Rio-Grandense de Letras, P. Alegre, 24 jul. 1947. No Centenário de Goethe, id, 13 dez. 1949. L’Esprit Français, id, 16 nov. 1950. O Platonismo Aparente de Camões, id, 14 jun. 1951. Protásio Alves: Médico, Professor e Político, id, 31 ago. 1951. No Cinqüentenário da Morte de Apolinário Porto Alegre, id, 3 abr. 1954. Inéditos: Estudos Tupi-Guaraníticos; Estudo da Formação das Palavras no Latim Pós-Clássico.
» BERTONI, Piero Francesco.
Filho de Leopoldo Bertoni. Diplomado em medicina a 06-07-1900 pela Real Universidade de Módena. Exerceu sua atividade no município de Rio Grande/RS. Reg. na D. H. S./RS a 11-07-1933.
FONTE: FRANCO, Álvaro; RAMOS, Sinhoria Maria. Panteão Médico Riograndense: síntese cultural e histórica. São Paulo: Ramos e Franco Editores, 1943. Também há informação de fonte desconhecida.
» BIASATTI, Daniel.
Nascido em 13-11-1888 em La Spezia (SP). Filho de Carlo Biasatti. Diplomado em medicina a 21-07-1923 pela Real Universidade de Gênova. Exerceu funções de Interno do Hospital Casale em Monferrato, It. imigrando para o Brasil, radicou-se em Mussum (Guaporé) RS. Reg. D. H. S./RS a 24-08-1933.
» BITTENCOURT, Feliciano Pinheiro de.
Santa Maria, RS, 9 jun. 1854. F.: Eugênio Francisco de Bittencourt e Alexandrina Pinheiro de Bittencourt. Formado pela Fac. de Med. do Rio de Janeiro em 1878. Médico no Rio de Janeiro. Professor do Liceu de Artes e Ofícios, id; Professor de História e Corografia do Brasil no Colégio Dom Pedro II, Rio de Janeiro. Foi membro do IHGRS e da Soc. Brasileira de Geografia. Cavaleiro da Ordem da Rosa.
Bibl.: Hemorragia Cerebral, Falsificação do Sulfato de Quinino; Ressecções em Geral, Funções do Fígado, tese de doutoramento, Rio de Janeiro, 1878. Do Uso e Abuso do Tabaco, id. Descobrimento do Brasil e seus Primeiros Exploradores, tese de concurso para o magistério, id, 1882. Origem das Espécies e América Pré-Histórica, conferência, id, 1889.
» BITTENCOURT, José Bernardino da Cunha.
Porto Alegre, RS, 3 jan. 1827 – Porto Alegre, 25 nov. 1901. F.: Manoel da Cunha Bittencourt e Maria Bernardina dos Santos Bittencourt. Diplomado em Med. Homeopática pela Fac. de Med. do Rio de Janeiro em 1849. Revisor do Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 1846. Médico do Hospital da Marinha, id. Deputado à Assembléia Provincial do RS, 1852-1867. Deputado à Assembléia Geral do Império, 1869-1872 e 1878. Médico da Beneficência Portuguesa, P. Alegre. Pertenceu ao Partido Conservador. Cavaleiro da Ordem da Rosa. Foi da Soc. do Teatrinho, P. Alegre, como amador teatral que era àquela época. Deve-se-lhe a criação da Escola Normal em P. Alegre.
Bibl.:
Algumas Considerações sobre o Clima e suas Influências sobre os Operados, tese de doutoramento, Rio de Janeiro, Tip. do Arquivo Médico, 1849. Discursos Pronunciados na Assembléia Provincial nas Sessões de 6 e 27 dez. 1866, P. Alegre, 1867.
» BITTENCOURT, Raul (Jobim).
Porto Alegre, RS, 2 jan. 1902 – P. Alegre, 20 mar. 1985. F.: Oscar Muniz Bittencourt e Francisca Jobim Bittencourt. Médico pela Fac. de P. Alegre em 1923. Professor de Psicologia e Filosofia em P. Alegre, 1922-1923. Médico da Intendência Municipal de P. Alegre, 1924-1926. Docente de Fac. de Med. de P. Alegre, 1925. Professor da Escola Normal de P. Alegre, 1927-1928. Médico da Assistência a Alienados do RS, 1927-1933. Chefe da Clínica Psiquiátrica da Fac. de Med. de P. Alegre, 1932-1933. Diretor da Instrução Pública do RS, 1933. Deputado Constituinte, 1933-1934. Dep. Estadual no RS. Dep. Federal pelo mesmo Estado, 1934-1937. Fundador e diretor do Educandário Rui Barbosa, Rio de Janeiro, 1938-1941. Professor da Fac. de Ciências Médicas da GB, que dirigiu; da Fac. de Educação da UFRJ, que dirigiu de 1967-1970. Orador, economista e sociólogo. Pertenceu à Acad. Sul-Rio-Grandense de Letras, P. Alegre; ao Instituto Brasileiro de Cultura; à Soc. Brasileira de Economia Política e à Soc. de Psicologia Individual, Rio de Janeiro.
Bibl.: "Psicologia dos Delírios; Psicologia Sintética"; "Educação Moral e Cívica no Ensino Secundário"; "A Sindicalização da Classe Médica", Congresso de Higiene e Medicina Social. Anais, Rio de Janeiro, 1926; "Medicina do Estado", Congresso Médico Sindicalista, 1, Anais, P. Alegre, 1931. "Escorço Histórico da Educação no Brasil"; "Psiquiatria Infantil e Saúde Escolar", Congresso Nacional de Saúde Escolar, 1, Anais, Rio de Janeiro, 1942. "Discurso de Paraninfo", Rev. Hospital, S. Paulo, v. 23, n. 3, mar. 1943. "Alcides Maya: o homem e o escritor", discurso na inauguração da herma desse escritor em P. Alegre, out. 1963, Correio do Povo, P. Alegre, dez. 1963. O Passado Econômico como Base da Compreensão para o Brasil, conferência no BERGS, P. Alegre, 26 jul. 1967. A Colaboração Pessoal na Prosperidade do Brasil, ibid, 27 jul. 1967.
» BLESSMANN, (Luís Francisco) Guerra.
Alegrete, RS, 10 jul. 1891. F.: João Blessmann e Maria da Conceição Guerra Blessmann. Médico pela Fac. de Med. de P. Alegre em 1911. Assistente de Clínica Cirúrgica na Santa Casa, P. Alegre. Subchefe do Laboratório Central das Clínicas, P. Alegre. Catedrático de Clínica Cirúrgica da Fac. de Med. de P. Alegre. Diretor da referida Fac. 1935-1938 e 1944-1956. Provedor Sta. Casa de Misericórdia Dep. à Assembléia Legislativa do RS, da qual foi presidente. Diretor da Cia. Previdência do Sul, P. Alegre. Pertenceu à Soc. de Med. P. Alegre, à Soc. de Med. e Cirurgia do Rio de Janeiro, ao Conselho Nacional de Educação e à Acad. de Med. Militar do Rio de Janeiro. Professor emérito da Fac. Med. de P. Alegre e membro honorário da Academia Nacional de Medicina. É patrono da cadeira 43 da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina.
» BONPLAND, Aimé.
La Rochelle (França), 28 ago. 1773 – Corrientes (Argentina), 11 maio 1858. Médico e naturalista, foi companheiro de Humboldt em sua viagem à Amazônia. Instalou-se em Corrientes e foi prisioneiro-hóspede do ditador Francia, no Paraguai. Viveu por vinte e um anos em São Borja em pequena propriedade rural às margens do Rio Uruguai. Aí exerceu a Medicina, cultivou plantas, criou ovelhas Merino, fez incursões científicas e se absteve de envolvimento na Guerra dos Farrapos. Entusiasta do cultivo da erva-mate, procurou interessar o Presidente da Província, General Andrea, na plantação de bosques planejados da erva. Tais planos a serem desenvolvidos na área de Santa Cruz – Rio Pardo foram prejudicados pela utilização das terras quando da chegada de novos colonos alemães. Deixou ricos diários, correspondência e observações de grande interesse. Retirou-se do Brasil já envelhecido e faleceu na Argentina aos 85 anos de idade. Foi biografado em diferentes línguas.
» BORGES FORTES, Amyr.
São Gabriel, RS, 28 out. 1906 – Rio de Janeiro, RJ, 11 ago. 1984. F.: Jônatas Borges Fortes e Sara Rego Monteiro Borges Fortes. Est. no Instituto Ginasial Júlio de Castilhos, P. Alegre. Escola de Guerra do Realengo, Rio de Janeiro. Diplomado em Medicina pela Fac. de Medicina de P. Alegre em 1939. Fez pediatria e foi assistente da cadeira por algum tempo. Oficial do Exército na reserva, posto de General. Secretário de Energia e Comunicações no RS, 1963. Diretor da Cia. Estadual de Energia Elétrica, P. Alegre, 1964-1966 e presidente no último ano. Diretor Administrativo da Eletrobrás, Rio de Janeiro, desde 1967. Historiador e geógrafo. Irmão de Ariosto Borges Fortes, pai de Marcelo Borges Fortes.
Bibl.:Metodologia para a Formulação do Conceito Estratégico Nacional, Rio de Janeiro, 1954. Aspectos dos Transportes no Brasil, id, 1956. Aspectos Fisiográficos, Demográficos e Econômicos do Rio Grande do Sul, P. Alegre, Globo, 1958. Geografia Física do Brasil, ibid, 1959. Panorama Econômico do Rio Grande do Sul, P. Alegre, Sulina, 1959. Compêndio de Geografia Geral do Rio Grande do Sul, ibid, 1960 (cinco edições até 1969). Compêndio de História do Rio Grande do Sul, ibid, 1961 (quatro edições até 1969). História Administrativa, Judiciária e Eclesiástica do Rio Grande do Sul, colaboração com João Baptista Santiago Wagner, P. Alegre, Globo, 1963. Dicionário Geográfico Brasileiro, com outras colaborações, ibid, 1966. Compêndio de Geografia do Rio Grande do Sul, id, Sulina, 1967. "O Primeiro Assalto à Colônia do Sacramento", Revista do IHGRS, P. Alegre, n. 78, 1940. "Tiradentes", ibid, n. 87/88, 1942. O Brasil e o Problema da Integração na América Latina, conferência dos Advogados, P. Alegre, 4 ago. 1970.
» BORGHETTI, Emilio.
Diplomado na Itália, revalidou seu diploma na Guatemala, Bolívia, Estados Unidos e Nova Zelândia. Chegou ao Brasil com 60 anos de idade. Escreveu o livro sobre questões sociais The impending Struggle (guerra iminente), um estudo da situação européia. Obra publicada na Nova Zelândia. Quando irrompeu a guerra, o Dr. Broghetti se encontrava na Austrália. Escreveu Caporetto e la terza Itália uma critica ao governo italiano de então. Este livro foi publicado na Itália em 1921, um estudo da situação política nacional e estrangeira. Esse estudo serviu de precursor do "fascismo". Escreveu um outro livro: Abasso il parlamento – a Benito Mussolini, lettera aperta di um rimpatriato, em 1923. escritor e conferencista, possuidor de vasta cultura e muito talento. Foi um autentico patriota.
» BORNANCINI, Vicenzo.
Nascido em Veneza, diplomou-se em Medicina em 1905 pela Real Universidade de Pádua. Especializou-se nas Universidades de Modena e Roma. Foi assistente do Professor Ovio, durante seis anos. Sua especialidade era a Oftalmologia e trabalhou em Caxias do Sul de 1916 a 1930. Foi um dos diretores do Hospital Nossa Senhora da Pompéia. Publicou artigos de divulgação científica. Ficaram como trabalhos científicos entre outros: Guaratose congênita do epitélio da conjuntiva e da córnea; Sobre o poder migratório do plasmazellen; Observações sobre metaplasia óssea e medular nos olhos.
» BOTTINI, Antônio (Pinto).
Campos Novos, SC – Porto Alegre, RS, 30 nov. 1969. F.: Salvatore Bottini e Balbina Pinto Bottini. Est. no Ginásio N. Sa. da Conceição, S. Leopoldo. Fac. de Med. Porto Alegre: diplomado em Farmácia, 1916, e em Medicina, 1925. Farmacêutico em seu estado natal e diretor da Higiene e Saúde Pública, 1930-1932. Secretário da Fazenda de SC, 1932-1933. Catedrático da Fac. de Farmácia da UFRGS, P. Alegre, 1935. Professor de História Antiga da PUC.
Bibl.: Werner S. J.: Subsídios para a sua biografia", rev. Estudos, P. Alegre, v. 1, n. 2, 1940. "Sugestões para a reforma do ensino farmacêutico, Anais do Congresso Médico do Cinqüentenário da Fac. de Med. P. Alegre, 1950. "Meu Cantinho", seção no Jornal do Dia, P. Alegre.
» BRAUNER, João Baptista.
Bibl.: Ilca, o Vampiro Disfarçado, romance realista, Rio de Janeiro, Ed. Alba, 1932; id, 2.ed., idid, 1933. Sarfan (Serviço Autárquico de Reabastecimento das Forças Armadas Nacionais): Serviços Civis, id, Tip. Borsoi, 1941; id, 2.ed.; ibid, 1944. Para o Exército e pelo Brasil!, id, Imprensa Nacional, 1944. Publicou contos em diversos jornais e revistas do país.
São Lourenço do Sul, RS, 3 set. 1901. F.: Teodoro Brauner Sobrinho e Rosalina Sojoll Brauner. Médico pela Escola de Med. e Cirurgia do Rio de Janeiro em 1934. Curso de Administração do Exército, saindo oficial em 1924. Oficial do Exército, tendo-se reformado no posto de General. Médico Civil. Prefeito de sua terra natal, 1958. Secretário da Revista do Clube Militar, Rio de Janeiro. Romancista e contista.
» BRITO, Severino de Sá.
Alegrete, RS, 19 jan. 1869 – P. Alegre, RS, 1932. F.: Francisco de Sá Brito. Médico pela Fac. de Med. do Rio de Janeiro, 1891. Médico em P. Alegre. Pecuarista. Prosador.
Bibl.: Educação Física, tese de doutoramento, Rio de Janeiro, 1891. "A cultura do trigo no Brasil", recolta em livro de uma série de artigos (aparecidos em 1891 no Jornal do Comércio, P. Alegre), P. Alegre, 1896. Os Interesses do Estancieiro – Economia Rural, 1896, 62p., Soares & Niemeier, Rio de Janeiro. Trabalhos e Costumes dos Gaúchos – Sociologia, 1928, 219p., Livraria do Globo, Porto Alegre; 2.ed., 1979, 151p., Col. ERUS – Cia. União Seguros Gerais, Porto Alegre, RS.
» BRITTO VELHO, Carlos de.
Porto Alegre, RS, 4 set. 1912 – P. Alegre, 1 dez. 1998. F.: Júlio de Souza Velho e Carlota de Britto Velho. Médico pela Fac. de Med. de P. Alegre, 1934. Cursos supletivos nas Universidades da Paris e Genebra. Deputado à Constituição Estadual de 1947 e à Assembléia Legislativa do RS, 1947-1951. Médico em P. Alegre. Prof. da UFRGS. Secretário da Educação e Cultura do RS, 1960-1961. Dep. Federal pelo RS, com mandato cassado em 1966. Responsável pela regulamentação de diversas profissões, entre as quais a de médico-veterinário. Neto de Vítor de Britto e cunhado de Dâmaso Rocha. Bibl.: Medicina e Filosofia Moral. Valor Nutritivo dos Alimentos. Educação para a Democracia. Bases e Diretrizes para a Reforma Agrária no Brasil.
» BRITTO, Vítor de.
Valença, BA, 15 out. 1856 – P. Alegre, RS, 24 out. 1924. Médico pela Fac. de Med. da Bahia em 1878. Médico em sua terra natal até 1891, quando se transferiu para Pelotas, RS. Veio em 1902 para P. Alegre, onde dirigiu, em princípios deste século, a Casa de Saúde Porto-Alegrense. Co-fundador da Fac. de Med. de Porto Alegre, de que foi vice-diretor de 1912-1914 e Professor de Clínica Oftalmológica. Dep. Federal pelo RS, 1912-1914. Co-fundador da Soc. de Med. de P. Alegre. Foi membro da Acad. Nacional de Med. Pai de Alberto de Britto e avô de Carlos de Britto Velho.
Bibl.: Gaspar Martins e Júlio de Castilhos, estudo crítico de psicologia política, P. Alegre, Liv. Americana, 1908. "O tracoma no Rio Grande do Sul"; "O sufrágio proporcional e a democracia representativa"; "Profilaxia do tracoma: Santa Casa de Misericórdia", artigos publ. Correio do Povo, P. Alegre, 13 a 14 jan. 1903. "A tuberculose", ibid, a partir de 20 dez. 1905. "Paradoxos do gênio", ibid, 1906. A Reforma do Ensino, conferências na Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro. A Personalidade de Olavo Bilac, conferência no Coliseu, P. Alegre, 6 out. 1916.
» BRUGGER, José.
Farroupilha, RS, 24/05/1930. Filiação: José Aloísio Brugger e Margarida Brugger. Formação: Faculdade de Medicina da UFRGS em 1954. Especialidade: Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia. Atuação: Em Caxias do Sul e região, como médico, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Caxias do Sul (UCS), médico-chefe do SANDU, perito do IAPI, cirurgião credenciado do IAPI, posteriormente INPS e atualmente INSS, presidente da Associação Médica de Caxias do Sul (1975-1977), Diretor clínico e administrativo do Hospital Nossa Senhora de Pompéia.
» BRUGGER, José Aluisio.
Nascido a 27-08-1897 em Chiusa (Tirol). Diplomado em medicina pela Universidade de Viena. Chiusa, com o nome de Klausen, pertencia à Áustria. Hoje faz parte do território da Itália. Chegou ao Brasil no ano de 1929. iniciou sua atividade médica em farroupilha, seguindo para Sanaduva, Erechim e Veranópolis. A convite do Dr. Vicenzo Bornancini, trasnferiu-se para Caxias, em 1933. dedicou-se a clinica, cirurgia e radiologia. Foi diretor do Hospital N. S. da Pompéia e fundador da Sociedade de Medicina de Caxias do Sul, 1958-1960. progenitor de três filhos médicos: Walter Brugger, José Brugger e Herbert João Brugger. Todos radicados, exercendo a profissão em Caxias do Sul/RS.
» BRUNET, Giorgius.
Diplomado a 15-12-1923 pela real Universidade de Turim. Exerceu medicina no município de Encantado e no distrito de Ilópolis, hoje município, entre 1930-50.
» BUDIANSKI, Estela.
Santa Maria, RS – Rio de Janeiro, 14 maio 1969. Est. no Curso de Aplicação da Escola Normal de B. Aires. Escola Normal e Ginásio Sevigné, P. Alegre. Frofa. pública estadual de 1923-1930. Médica pela Fac. de Med. da UFRGS, P. Alegre, em 1939, Curso de Pediatria do Prof. Décio M. Costa, P. Alegre. Curso de Tisiologia do DES, id. Chefe do Serviço de Clínica de Crianças da Santa Casa de P. Alegre. Médica do Serviço de Higiene Infantil do DES, id. Livre-Docente de Pediatria da Fac. de Med. da UFRGS, id. Médica da UNICEF, 1962-1969, tendo servido na Tailândia, na Índia e em Nova Iorque.
Bibl.: "A assistência médica aos escolares", em colaboração com Poli M. Espírito, in: Panteon Médico Rio-Grandense, S. Paulo, Ramos, Franco Ed., 1943. "Infância desajustada", Revista Médica do PR, Curitiba, v. 17, n. 6, nov./dez. 1948.
» BURZIO, Francesco.
Diplomado pela real Universidade de Turim. Revalidou seu diploma a 23-01-1908, na faculdade de Medicina de Porto Alegre/RS. Foi o primeiro medico italiano aprovado plenamente.
» BUYS, Cristiano Frederico.
P. Alegre, 14 jun. 1895 – P. Alegre, 28 maio 1973. F.: Frederico Cristiano Buys e Matilde Feijó Buys. Médico pelas Faculdade de Medicina de Porto Alegre em 1932. Médico sanitarista e primeiro diretor do SESME no RS. Irmão de Frederico Cristiano Borges. Bibl.: Armas e Munições de Caça. P. Alegre, Globo, 1934. Saúde Pública e Assistência Social, comentários, ibid., 1948. "Tuberculose Humana e Bovina no Rio Grande do Sul".
» BARATA, Henrique Sarmento.
Formou-se em 1960 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Após estudos na área de cirurgia e urologia, se tornou responsável pelo setor de urologia oncológica do Hospital Santa Rita da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, em 1967. Nesse período também assumiu da direção do Hospital São Francisco, pertencente à mesma Instituição. Exerceu estes cargos até 1971, quando passou a se envolver na estruturação do curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica gaúcha. Em 1973 tornou-se professor titular de Urologia e Chefe do departamento do curso de Medicina da PUCRS.
É autor e co-autor de aproximadamente 200 trabalhos na área científica sobre urologia.
FONTE: ACHUTTI, Aloyzio Chechella. Cem anos de Formação Médica no Rio Grande do Sul: homenagem à Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Tomo Editorial, 1998.
» BATISTA, Álvaro.
Médico da cidade de São Luiz Gonzaga, Rio Grande do Sul, em meados de 1913.
Fonte: SANTOS, Pedro Marques dos. São Luiz: sua história e sua gente,1687/1987. Editora: Pallotti
» BULCAO, Joao Luchsinger.
Diplomado pela Faculdade de Medicina de Porto Alegre em 1926. Capitão Medico do Exército, clinicou em São Gabriel (RS).
FONTE: FRANCO, Álvaro; RAMOS, Sinhoria Maria. Panteão Médico Riograndense: síntese cultural e histórica. São Paulo: Ramos e Franco Editores, 1943.
» BASTOS, José Domingues Carvalho.
» BORGES, Oscar Vasconcelos.
Diplomado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Porto Alegre, em 1936. Exerceu a Clínica em Vila 13 de Janeiro, Município de São Borja.
FONTE: FRANCO, Álvaro; RAMOS, Sinhoria Maria. Panteão Médico Riograndense: síntese cultural e histórica. São Paulo: Ramos e Franco Editores, 1943.
» BRUM, Walter da Costa.
FONTE: FRANCO, Álvaro; RAMOS, Sinhoria Maria. Panteão Médico Riograndense: síntese cultural e histórica. São Paulo: Ramos e Franco Editores, 1943.
Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná, em 1940, especializando-se em Clínica Geral e Cirurgia. Fez curso na área cirúrgica, com o prof. Erasmo Gaertner, na Casa de Saúde do mesmo nome em Curitiba no ano de 1939. Foi interno do mesmo hospital.
Regressando a Rio Grande, foi membro do Sindicato Médico local e desempenhou funções de interno dos Serviços Gerais da Santa Casa de Misericórdia riograndina e exercendo a clínica de uma maneira geral.
» BARATA, Manuel Thomaz de Sá.
Professor da Faculdade de Medicina de Porto Alegre a partir de 1907, responsável pelas disciplinas de história natural e médica.
Fonte: Dicionário Virtual da História da Saúde- Fiocruz. Site: www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br
Verbete intitulado "Escola Livre de Farmácia e Química Industrial de Porto Alegre".